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Extremos Opostos na Performance da Haas no Qualify de Suzuka

 

A Haas F1 teve uma prestação, no geral, de bom nível durante o Qualifying para o Grande Prémio do Japão, esta madrugada em Suzuka. Kevin Magnussen obteve o 13º tempo, com a sua melhor volta em 1m29.972s, obtida na primeira e única tentativa do Q2. O sueco amanhã largará de 12º, fruto da penalização imposta a Fernando Alonso (McLaren- Honda). Já Romain Grosjean, acabou apenas com o 16º tempo 1m30.849s), obtido no Q1. O piloto francês bateu forte nos “S”, aquando da sua segunda volta rápida, acabando por ficar com sérios danos no seu carro. A sessão acabou logo ali, pois faltava muito pouco tempo e o carro estava colocado em posição muito perigosa, embora o piloto não tenha sofrido qualquer dano físico.

“Temos estado mais fortes este fim-de-semana”, disse Kevin Magnussen. “O carro logo desde sexta-feira estava melhor, mais vivo. Isso deveu-se muito à temperatura da pista, mais fria, o que fez com que os pneus trabalhassem um pouco melhor, ou pelo menos, era mais fácil evitar que eles sobreaquecessem. Se estás atrás em ‘downforce’ ou ‘grip’, os pneus não aquecem tanto. Isso permitiu-nos chegar um pouco mais acima nos tempos. Estávamos à espera de ficar em P16 e P17. Ficámos em P13 e amanhã subimos um lugar. Por isso, não posso estar infeliz. No entanto, quando acabamos tão juntos, era sempre melhor ficar um nadinha mais acima e quando não consegues é frustrante. Mesmo assim, estamos perto dos pontos para amanhã, vamos ver se conseguimos agarrar uns quantos.”

Romain Grosjean estava no outro extremo da performance, no fim prematuro dos seus treinos. No entanto, o francês está bem. “Estou bem! A primeira volta até foi boa”, disse Grosjean. “Tive um momento quente à entrada da curva 11, que me fez perder algum tempo para o Kevin. Acho que o carro estava capaz de chegar ao top 10 no Q1. Fui para a segunda volta rápida basicamente a fazer o mesmo que na volta anterior e o carro saiu muito de traseira sem razão aparente. Precisamos de perceber o que aconteceu. É claro que ataquei a curva 3 mais rápido que na volta anterior, mas sem exageros. Ali perdi a traseira e tentei corrigir o que podia até à 4, mas já era tarde. Tentei ao máximo manter o carro na pista para evitar bater, mas acabei por perdê-lo de vez. Uma vez na erva, que estava molhada, não havia mais nada a fazer para evitar bater na barreira.”

Fotos: Oficiais/Haas F1

 

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